CAFÉ CAFÉ CAFÉ CAFÉ

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Sobre o assunto eu me lembro de uma piada em particular feita inocentemente – até porque não poderia ser de outra maneira – pela Magda, do Sai de Baixo. Ela, vestida de empregada doméstica, entra com uma bandejinha com um bule e repleta de xícaras. E pergunta: “Querem cafezes?”.

Eu, assim como muita gente, tenho uma certa paixão pela bebida. Já adulto percebi que eu gostaria muito de ser o professor Girafales só para ter uma Dona Florinda me oferecendo todo dia uma xícara de café.

Quando alguém me pergunta “que horas você acorda?” eu respondo “só depois das 7… das 7 xícaras de café”.

É um vício. Os nomes “café da manhã” e “café da tarde” estão ok. Apenas a “janta” que eu acho que deveria mudar para “café da noite”.

E você sabe que é um vício quando toma uma xicrinha e assim como o café você também fica expresso.

Uma vez eu dei uma golada naquele perfume Coffee, do Boticário. E vou ser honesto: tava fraco.

A bebida vai bem no calor, no frio, na padaria, na firma, na rua, na chuva, na fazenda E na casinha de sapê.

Meu tipo sanguíneo é café positivo.

Quando me perguntam se eu tenho algum outro vício, respondo: “isso depende, já inventaram cigarro com gosto de café?”

Meu lema é foco, força e (ca)fé.

Meu lado espiritual se resume a uma frase – “O café é meu pastor e sono me faltará”.

Hoje mesmo eu tomei tanto café que mijei um cappuccino.

Ainda que eu adore a bebida, acho a bala de café deliciosa e contraproducente. Afinal, geralmente nós tomamos uma xícara e chupamos uma balinha pra tirar aquele bafo de café. Mas uma bala de café… Seria como um detergente de gordura de bife.

E, por fim, o café faz bem para a vida do ser humano: pesquisas indicam que ele pode prevenir doenças – além de evitar que eu fique mal-humorado a ponto de querer matar alguém.