Estudantes realizam debate sobre violência contra a mulher e LGBT

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O segundo ano noturno do curso de Relações Públicas da UEL promove nesta quinta-feira (28) o debate “Não aceita que dói menos“, sobre violência contra a mulher e contra a comunidade LGBT. Entre os convidados estão a representante do Movimento Elitytrans, Melissa Andrezza Campos , o representante do Movimento Fruta Cor, Bruno Rizard, a promotora da Vara da Família de Londrina, Susana Feitosa Lacerda, e a Assessora de Políticas para as Mulheres, Marisse Costa de Queiroz.

O debate é aberto à comunidade e tem início às 19 horas, na Sala de Eventos (683), do Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA) da UEL. Para os alunos da UEL que quiserem certificado de participação, o custo é de R$5,00.

A necessidade de discussão do tema foi sugerida pelos alunos a partir de um cenário em que há um constante aumento nas denúncias de violência contra a mulher e grupos LGBT. Segundo a Central de Atendimento à Mulher da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em 2014 foram recebidas 52.957 denúncias de violência contra a mulher através do número 180.

O Brasil é o 7º país com as maiores taxas de homicídio feminino. Também em 2014, 326 pessoas morreram em razão da homofobia, o que significa um assassinato a cada 27 horas. Os dados fazem parte do Relatório Anual de Assassinatos de Homossexuais no Brasil, divulgado em fevereiro de 2015 pelo GGB (Grupo Gay da Bahia).

Mais informações no evento Não aceita que dói menos.

Informações: Agência UEL